Das teias do passado, eis que finalmente , das profundezas mais temidas pelo ser humano , surge. Com o olhar mais enternecido, traços agora mais fortes, sem o costumeiro brilho de outrora, que encantava e dilacerava ferozmente a carne, mas ainda forte, la estava. Dubitoso e misterioso, aquele olho não fala, não responde a estimulos, apenas observa, e apesar do medo....isso incomoda o Velho Upir. Jubiloso e jocoso as vezes, mas isto , sei com certeza, é apenas um chamariz que tenta contra a fraqueza do espírito, e abala.....silenciosamente. E tem consciencia disso, mas não demonstra, prefere o silencio, e este agora fere mais que as antigas e dolorosas formas de tortura. E o Velho Upir cai.
Nenhum comentário:
Postar um comentário